Conheça a história do homem que salvou a raça Akita da extinção

Morie Sawataishi nas montanhas Kurikoma com Shiro

A história do homem que salvou a raça Akita da extinção
No Japão, os akitas são chamados de ikken isshu, ou seja, cães de uma só pessoa, em razão da sua lealdade e devoção ao seu dono. Dizem que a raça foi trazida à Honshu, principal ilha no Japão, pelas primeiras tribos de caçadores nômades cerca de 2.000 anos atrás.

Viviam nas florestas primitivas e eram tidos como companheiros e cães de caça. Também participavam de competições nas aldeias ao norte do Japão e dizem que a classe guerreira samurai, se inspirava na lealdade, coragem e espírito de combate dos cães Akita.

Mas você sabia que a raça Akita esteve à beira da extinção durante a Segunda Guerra Mundial? Muitos cães foram abandonados à própria sorte, morrendo de frio ou fome; outros eram sacrificados para matar a fome da população e seu macio e farto pelo era usado na confecção de casacos para os soldados.

Para se ter uma ideia, até a rendição do Japão em 1945, havia apenas 16 Akitas no país. É aí que entra Morie Sawataishi, um homem que movido por sua paixão pela raça Akita, lutou com todas as forças para que a raça não desaparecesse no Japão. Porém, quando era criança, não gostava de cães.

Seu pai tinha um canil em Gojomai-machi, uma pequena aldeia ao lado do Lago Hachiro e apesar de conviver com os cães, Morie se sentia acuado pelos latidos e por sentir que os cães não gostavam de crianças. Porém, sua opinião mudou depois de conhecer um médico que morava na aldeia vizinha.

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Fonte: http://www.japaoemfoco.com/

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